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Itaú Unibanco: Lucro ajustado sobe 10,7% no trimestre, para R$ 6,17 bi
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Lucro | 01/08/2017 | 10:08:12
Itaú Unibanco: Lucro ajustado sobe 10,7% no trimestre, para R$ 6,17 bi
Rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE) passou de 20,6%
 

O Itaú Unibanco registrou lucro líquido ajustado de R$ 6,169 bilhões no segundo trimestre, o que representa uma alta de 10,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado contábil foi de R$ 6,014 bilhões.


A rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE) passou de 20,6% no segundo trimestre do ano passado para 21,5% entre os meses de abril a junho deste ano.

A margem financeira bruta do Itaú registrou queda de 1% em relação ao segundo trimestre do ano passado, para R$ 17,385 bilhões.

Já as despesas brutas de provisão para devedores duvidosos (PDD) recuaram 21,9% na mesma base de comparação, para R$ 4,948 bilhões. Em relação aos três primeiros meses do ano, a PDD caiu 8,2%.

A carteira de crédito expandida do Itaú encerrou o primeiro semestre em R$ 552,350 bilhões, leve alta de 0,4% em relação a março deste ano e queda de 3,6% em 12 meses.

Inadimplência O índice de inadimplência acima de 90 dias na carteira total do banco encerrou junho em 3,2%, abaixo do percentual de 3,4% do primeiro trimestre e dos 3,6% registrados no segundo trimestre do ano passado.

No Brasil, a inadimplência nos empréstimos concedidos pelo Itaú atingiu 3,9%. Em março, o índice era de 4,2% e há 12 meses, de 4,5%.

O índice de créditos vencidos há mais de 90 dias no Brasil fechou o segundo trimestre em 3,9%, queda de 0,3 ponto percentual no trimestre e de 0,6 ponto em relação ao mesmo período do ano passado. A queda no segundo trimestre foi liderada pelas carteiras de pessoa jurídica.

No segmento de micro, pequenas e médias empresas, o indicador ficou 0,5 ponto percentual menor em relação a março de 2017, encerrando em 5,1%. No segmento de grandes empresas, houve queda de 0,4 ponto percentual no trimestre, encerrando em 1,2%.

O índice de inadimplência acima de 90 dias da carteira de pessoas físicas no Brasil foi de 5,2%, apresentando redução de 0,1 ponto percentual, com melhora principalmente na carteira de crédito pessoal.

O banco também apresentou uma melhora no indicador antecedente. O índice de créditos em atraso entre 15 a 90 dias da carteira de pessoas físicas no Brasil foi de 3,7%, com redução de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, com destaque para o recuo nas carteiras de crédito pessoal e de veículos.

Também houve queda de 0,9 ponto percentual em micro, pequenas e médias, atingindo 2,8% em junho de 2017, sendo o menor patamar observado desde setembro de 2014. Em grandes empresas, o indicador foi 1 ponto percentual menor, encerrando em 1%.

No primeiro trimestre, o banco havia mostrado uma alta no indicador antecedente motivada por operações no setor de infraestrutura que não chegaram a afetar o índice acima de 90 dias no segundo trimestre.

Carteira expandida A carteira de crédito expandida do Itaú Unibanco, que inclui operações de avais e fianças e títulos privados, atingiu R$ 587,335 bilhões no segundo trimestre, apresentando crescimento de 0,1% em relação ao trimestre anterior e redução de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento, contudo, foi impulsionado pelo efeito da variação cambial. Considerando a carteira de crédito total sem avais e fianças e títulos privados, houve redução de 0,8% na comparação com o trimestre anterior e 4,4% em 12 meses.

A carteira de crédito no Brasil — sem avais, títulos e fiança — somou R$ 350,703 bilhões em junho, queda de 0,55% em relação ao trimestre anterior, e de 4,36% frente ao mesmo período do ano passado.

Ao final do segundo trimestre, o saldo da carteira de pessoas físicas atingiu R$ 179,061 bilhões, com redução de 0,6% em relação ao trimestre anterior, explicada principalmente pelas reduções nas carteiras de veículos e de crédito pessoal, que ofuscaram o crescimento nas operações de cartão de crédito.

Por sua vez, o saldo de empréstimos para pessoas jurídicas atingiu R$ 171,642 bilhões ao final do segundo trimestre, com redução de 0,5% em relação ao trimestre anterior, explicada principalmente pela queda de 5,2% da carteira de BNDES/Repasses, de 2,4% da carteira de financiamento a exportação/importação, e de 6,9% da carteira de veículos, que mais do que compensaram o crescimento de 1,9% da carteira de capital de giro.

A carteira da América Latina atingiu R$ 129,172 bilhões, com crescimento de 3% na comparação com o trimestre anterior e redução de 1,6% em 12 meses. Desconsiderando-se o efeito da variação cambial, a carteira de América Latina sem avais e fianças teria reduzido-se 0,1% na comparação com o trimestre anterior e 3,5% em 12 meses.

*Valor Econômico
 
 
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